(Menina Isabela, sucesso no Youtube)
Bom pessoal, pra quem não sabe eu (Marco Túlio) sou temporariamente professor. Tenho turmas de todas as idades, de crianças de 7 anos até adultos de 55.
Uma coisa é fato: As crianças são muito mais espontâneas que nós adultos. Carinhosas, várias delas sempre me abraçam quando chego na sala de aula e dão demonstrações de carinho que me fazem ganhar o dia. Claro, são muito bagunceiras as vezes, mas rapidamente atendem quando eu chamo a atenção (apesar de voltarem a fazer a mesma coisa depois).
Mas isso é falta de maturidade, ainda são muito novos...estão começando a vida. Mas mesmo ainda 'imaturas' possuem características admiráveis que a gente vai perdendo enquanto cresce. Tava assistindo pregações da Joyce Meyer via internet e um dia ela tava falando exatamente sobre esse assunto.
Como todos sabemos o próprio Jesus disse: "Deixem vir a mim os pequeninos porque deles é o reino dos Céus". O reino dos céus começa aqui e pra viver isso é preciso ter fé (tão pura quanto a dos pequenos) para começar a desfrutar tudo o que Jesus deixou pra nós, por aqui mesmo.
Pequenas crianças são simples, muito simples...qualquer coisa as satisfaz. Elas também perdoam muito fácil; cinco minutos depois de uma briga feia, já estão se falando e brincando juntas.
Quando o pai diz a uma criança: "Filho, vou te dar uma bicicleta de presente", você acha que a criança tem alguma dúvida que aquilo irá acontecer? Pelo contrário, está sempre na expectativa perguntando "É hoje?, É hoje?".
Nós adultos, quando pedimos algo para Deus custamos a acreditar que um dia vamos receber! "Ah, por via das dúvidas eu vou pedir...quem sabe eu receba!". Também vamos crescendo procurando agradar os outros e a possibilidade de errar, não nos deixa tentar coisas diferentes e novas.
Uma criança se joga no colo dos pais pois tem certeza que eles vão pegá-la, não está preocupada com a lei da gravidade ou qualquer outro impedimento. Crianças puras e que ainda não foram estragadas por esse mundo, são realmente felizes e despreocupadas.
O quão longe você está dessas características dos pequenos? Conviver com eles me fez reavivar muita coisa em mim que eu já tinha deixado adormecer...

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