Outro dia assisti um filme em que uma professora se
envolve sexualmente com um aluno adolescente, de 15 anos. Essa atriz principal, Cate Blanchett, é uma
das minhas atrizes favoritas no cinema. Vê-la fazer algo assim foi bem
estranho.
Ela é uma professora novata em uma escola pública do Reino Unido e assim que chega enfrenta muitas dificuldades, não é respeitada e um aluno em particular começa a demonstrar um carinho e proteção peculiares para ela. Apesar de bem casada ela não parece feliz com sua vida e chuta o balde, se envolvendo com o aluno várias vezes (inclusive dentro da escola). Quer saber o final? Pesquise e assista... =P
Na verdade se a gente olhar
pra nossa própria vida, nenhum de nós é diferente. A gente vai
deixando um tanto de coisa entrar, dando as desculpas "não tenho alegrias na vida" e "tenho que aproveitar pelo menos essa", "a vida é pra se curtir. Quando vemos elas já nos dominaram e não conseguimos largá-las, mesmo sabendo que nos fazem mal.
Quando eu era criança me
contaram uma história sobre ‘qual a maneira certa de se matar um sapo’. Tem gente
que come carne de rã e cozinhá-la viva parece dar mais sabor, ou deixar
ela mais macia, sei lá.
Se o cozinheiro ferve a água e joga a rã lá dentro, é claro que ela vai pular e resistir, então ele a coloca dentro de uma panela com a água bem morninha, gostosa e vai esquentando em fogo baixo. A rã vai se acostumando com a temperatura cada vez mais alta, (me diziam que ela ficava pensando “ah, só mais um pouquinho”) e rapidamente ela vira comida, morre.
Brincar com o errado é a pior idéia que alguém pode ter. Uma grande queda na vida de uma pessoa se
inicia em coisas pequenas e sutis. Deus pode nos ajudar, mas a verdade é que inventamos milhões de desculpas para adiar esse processo de mudança ... até
quando?
Aos poucos a gente vai vendendo nossa alma por
tantas coisas, e quando descobrimos o caminho de desespero
e morte à volta, já estamos encurralados. A verdade é: Essas sedes
carnais nunca vão nos dar uma trégua ou brexa,
que nos permitirá esfriar a cabeça e pularmos fora com tranquilidade.
Dê, na raça, o primeiro passo, mesmo sem sentir
nada a nosso favor; a primeira braçada contra a correnteza (largar uma amizde? Ler bem mais a Bíblia?), por mais que doa. Ao fazer isso Deus nos toma pela mão e vai nos fortalecendo dia a dia, até que vençamos completamente.
Só mais um pouquinho? A água não ficará morna pra sempre...
Confira também:
Confira também:


0 comentários:
Postar um comentário